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A monetização do YouTube e a dificuldade de se obter renda com vídeos

11 de setembro de 2017
A monetização do YouTube e a dificuldade de se ganhar dinheiro

Por acaso você já ouviu uma criança responder “youtuber” quando perguntada sobre o que quer ser quando crescer? Sim, este é um fato recorrente na atualidade. A glamourização desta atividade, no entanto, esconde a dificuldade de viabilização financeira imposta pela política de monetização do YouTube  aos produtores de conteúdo.

Antes de analisarmos as formas de fazer com que vídeos gerem renda, vamos atentar para os impressionantes números da maior plataforma de streaming de vídeos on-line da atualidade:

 

  • o YouTube é segundo website mais visitado na internet (inclusive mais do que o Facebook; só perde para o Google);

 

  • 55% dos resultados de pesquisas no Google apresentam vídeos (de acordo com pesquisa realizada pela Cisco, até 2019, cerca de 80% do tráfego na internet será relacionado a vídeos);

 

  • o YouTube é o segundo maior mecanismo de busca (de novo, só perde para o Google);

 

  • o YouTube tem mais de 1 bilhão de usuários (o equivalente a um terço do total de usuários da internet).

 

Tais números mostram que a concorrência pelos views é acirrada, tamanha a quantidade de produtores de conteúdo buscando um lugar ao sol. A crescente popularização dos vídeos, aliada à facilidade de geração de material viabilizada pelas tecnologias disponíveis, empurram os youtubers na constante busca pelo nicho inexplorado e pela “fórmula infalível da viralização” de suas produções.

Formas de ganhar dinheiro no YouTube

De acordo com o site Difference Between, há duas formas de ganhar dinheiro com conteúdo de vídeo no YouTube: monetizar o seu canal/vídeos individuais ou se inscrever para o programa YouTube Partner. Uma das principais diferenças entre ser um parceiro do YouTube e a monetização é a dificuldade de entrar no programa.

A monetização era, até abril deste ano, relativamente fácil: bastava ter um vídeo muito popular e você já poderia começar a ganhar através de impressões, ao contrário de ser um parceiro do YouTube, onde você precisa passar por um processo de triagem rigoroso.

Para entrar no programa de parceria, você precisa se candidatar. Na monetização, você não pode se inscrever, pois a participação só acontece se você for convidado (o número de views do seu conteúdo é fator determinante).

Os requisitos para a monetização não são tão estritos, e há muito mais pessoas neste grupo do que nos parceiros.

Programa Parceiro do YouTube

O programa YouTube Partner permite que criadores monetizem conteúdo de várias maneiras, incluindo anúncios, assinaturas pagas e merchandise.

O YouTube é bastante exigente em relação a quem pode ser um parceiro, uma vez que esta condição vem acompanhada de benefícios adicionais, os quais podem ser aproveitados para a promoção de marcas, produtos, conteúdos etc.

Como parceiro do Youtube, você ganha a capacidade de promover seus próprios vídeos através do Adwords. Desta forma, seus vídeos são exibidos para outros usuários com afinidade a conteúdos relacionados. Isso permite que você crie seus seguidores, além de aumentar suas visualizações, as receitas dos anúncios em seus vídeos e até suas vendas, caso você esteja comercializando um produto ou serviço.

Enfim, ser um parceiro lhe dá muito mais do que apenas ganhar com os vídeos que você publicou on-line. Mas o processo de triagem é rigoroso, fato que deixa inúmeros pretendentes do lado de fora.

O cerco se fecha na monetização do YouTube

Como citado anteriormente, em abril deste ano o Google – que é proprietário do YouTube – anunciou que apenas canais que tiverem 10 mil visualizações poderão receber anúncios. Ao atingir esse patamar, o serviço de streaming de vídeo vai analisar se o conteúdo do canal se qualifica para receber anúncios.

A medida foi tomada após a evasão em massa de grandes marcas, as quais perceberam que seus anúncios ocasionalmente estavam sendo veiculados junto a vídeos ofensivos. O problema aconteceu justamente pela facilidade de monetização que o YouTube oferecia – bastava que os conteúdos fossem 100% autorais e que a monetização fosse acionada.

De acordo com pesquisa realizada com 2 mil produtores de vídeos pela SambaTech, 85% deles não atingem mil visualizações por vídeo, sendo que 36% não chegam a registrar nem 100 visualizações. Somente 15% dos produtores conseguem alcançar mais de mil visualizações em cada vídeo, sendo que apenas 3% do total de participantes alcançam mais de 10 mil visualizações.

Quanto o YouTube paga por visualizações

Segundo o site Freesider, após a configuração do canal para monetização, o pagamento pelas visualizações é feito em dólares, através do formato Custo por Mil (CPM), cujo valor, em média, é de pouco mais de US$ 1 a cada mil visualizações.

A cada US$ 100 dólares acumulados no AdSense, o Google transfere o dinheiro para a conta bancária cadastrada pelo criador de conteúdo.

Mas esta conta nem sempre é redonda: é possível que o valor do CPM fique entre US$ 0,60 a US$ 5. O cálculo varia de acordo com o valor pago pelo anunciante e a relevância do canal em questão. Esta inconstância se dá pelo fato de que o YouTube utiliza um algoritmo secreto para determinar o pagamento, sendo que o valor pode apresentar bastante diferença de canal para canal.

Para ganhar dinheiro no YouTube por meio dos anúncios veiculados aos vídeos do canal, é preciso que as pessoas que assistem aos vídeos interajam com as propagandas. Funciona assim: o canal recebe quando os espectadores clicam na propaganda ou assistem pelo menos 30 segundos do vídeo do anúncio.

Agora, pense nisso: você costuma pular anúncios e fechar propagandas dentro do player ou assisti-los até o final?

Ainda de acordo com o Freesider, ter muitos inscritos no canal, curtidas, comentários e um número alto de visualizações ajudam indiretamente, mas não garantem o sustento. Isso porque, quanto mais pessoas assistirem aos vídeos, provavelmente, mais engajamento será gerado, com maior destaque nos mecanismos de busca e recomendações.

É uma questão de matemática: quanto mais gente acessar e assistir aos vídeos do canal, maiores serão as chances de ter visualizações monetizadas com interações com as propagandas veiculadas nos vídeos.

Também é importante saber que a rede social de vídeos não passa o valor completo do CPM aos criadores de conteúdos, pois o YouTube fica com uma cota que serve como parte de suas fontes de receita. Este percentual não é declarado oficialmente. Entretanto, o valor divulgado por veículos especializados como o Bussiness Insider é que 45% do CPM fica com a empresa.

A Samba Tech criou uma situação hipotética (e propositadamente otimista) para ilustrar o quadro:

Um youtuber lança 2 vídeos por semana e obtém uma média de 5 mil views em cada (quantidade bastante alta para a média geral) e monetiza sua produção. O YouTube paga U$2,50 por cada mil visualizações de anúncio (quantia bastante difícil de atingir) e ele consegue 25 mil views monetizados em cada vídeo. No final do mês, este produtor conseguiria ganhar, em média, U$ 500.

Caso tenha curiosidade sobre os rendimentos provindos do YouTube, a calculadora de estimativa de ganhos da Social Blade pode lhe dar uma luz. Basta você lançar sua expectativa de views monetizados por dia e ajustar o CPM (dica: mantenha os pés no chão e fique abaixo de U$ 2,50). Também é possível importar uma conta do YouTube, só que com um detalhe: todos os views serão levados em consideração, inclusive os não-monetizados.

Conclusão

O modelo de monetização do YouTube é estruturado de forma a beneficiar canais capazes de angariar quantias enormes de views, independentemente da qualidade do conteúdo. Com a política atual, somente uma improvável conjunção de fatores, como a viralização rápida de todos os conteúdos disponibilizados em um canal, pode proporcionar a fama e a alta remuneração almejada pelos youtubers.

Por isso, um número crescente de produtores de conteúdo em vídeo tem procurado alternativas para a geração de renda. Um exemplo é a Samba Play, plataforma da Samba Tech que desempenha o papel de portal customizado para hospedagem das bibliotecas de vídeo de seus clientes, uma espécie de “Netflix particular”, no qual os vídeos podem ser acessados mediante assinatura do canal.

Neste mesmo sentido, a K2. está desenvolvendo um projeto de plataforma na qual o cliente poderá realizar a venda do acesso ao seu conteúdo, com a vantagem de não precisar se preocupar com o desenvolvimento do site, questões jurídicas e integrações com sistemas de pagamento, pois  sua biblioteca de vídeos estará hospedada em uma estrutura profissional segura e customizável. Em breve divulgaremos mais notícias sobre a novidade.

 

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Cristian Amaral
Cristian Amaral
Redator | Web Writer | Copywriter

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